Olá Pessoal!
Algumas atitudes no
ambiente de trabalho podem acabar com a imagem de qualquer pessoa e acender o
sinal vermelho na empresa. A exame.com consultou especialistas para
listar os piores comportamentos que uma pessoa pode ter no dia a dia
corporativo.
Quem busca sucesso na carreira deve evitar todos
eles. Mas quem está interessado em uma curva descendente na vida profissional
pode começar a exercitá-los desde já.
Confira o que diz o código de conduta às
avessas:
Comprometimento zero
É a regra de ouro para
quem se esforça para ser um péssimo funcionário, na opinião dos especialistas.
Envolve uma série de práticas como: deixar de cumprir o que prometeu não
respeitar acordos com clientes, pactos e datas de entrega de projetos. Todos
são pontos negativos que vão prejudicando a imagem da pessoa no ambiente de
trabalho.
“A empresa vive dos
resultados”, diz Jeffrey Abrahams, sócio-fundador da Abrahams Executive Search,
consultoria internacional de recrutamento.
“O bom funcionário tem que se virar para fazer
a coisa acontecer”, diz, Heitor Mello Peixoto, diretor executivo da Produtive.
“Ficar reclamando de cada nova tarefa recebida também pode indicar que falta compromisso com a atividade profissional”, diz Abrahams.
“Ficar reclamando de cada nova tarefa recebida também pode indicar que falta compromisso com a atividade profissional”, diz Abrahams.
Colocar empecilhos para
cumprir as obrigações certamente não é um comportamento que vai agregar valor a
sua conduta na empresa.
Apropriar-se das idéias dos outros
Muito comum no mundo dos
negócios é uma prática que pode acontecer entre colegas e também na relação
entre chefes e subordinados.
“É como o aluno que não
faz o trabalho de faculdade e pede para os colegas colocarem o nome dele na
apresentação”, compara Peixoto.
Não reconhecer o trabalho alheio e ainda ficar com os louros é um comportamento profissional lamentável e quebra a confiança, um aspecto essencial para o trabalho em equipe. “Eu chamo isso de pirataria corporativa”, diz Abrahams.
Não reconhecer o trabalho alheio e ainda ficar com os louros é um comportamento profissional lamentável e quebra a confiança, um aspecto essencial para o trabalho em equipe. “Eu chamo isso de pirataria corporativa”, diz Abrahams.
Não aceitar feedbacks
Esse é um calcanhar de
Aquiles hoje em dia nas empresas, na opinião de Abrahms. “A resistência aos
feedbacks é uma das doenças do mundo corporativo e um dos grandes problemas dos
executivos”, diz o especialista.
Avaliações em relação ao
trabalho fazem parte do trabalho em equipe e devem ser encaradas como uma forma
de crescimento. Segundo ele, há pessoas que não sabem fazer a crítica e há quem
não saiba receber.
“Depende muito de como a
crítica é feita, mas se ela é adequada, levar para o lado pessoal é um péssimo
comportamento”, diz Peixoto.
Falar mal de lugares e colegas com quem já trabalhou
É uma conduta “fatal” e
que muitas vezes impede até a pessoa de conseguir uma nova oportunidade
profissional. “O candidato que chegar à entrevista com o headhunter e tiver
este tipo de discurso será desconsiderado”, diz Peixoto.
Mesmo quem já conquistou a
cadeira deve evitar críticas a ex-colegas e ou à antiga empresa. “É uma atitude
que acaba denegrindo a própria pessoa”, diz Abrahams.
Não importa o quanto a
experiência profissional anterior tenha sido negativa, no máximo explique o que
aconteceu, mas sem julgamentos. “Falar menos é mais”, diz Abrahams.
Puxar o tapete
Há diversas maneiras de
prejudicar os colegas de trabalho. Cavar demissões, espalhar boatos maldosos,
sabotar projetos alheios são algumas formas.
“Já assisti muitas puxadas
de tapete, é uma doença da sociedade”, diz Abrahams. Para ele, há mercados em
que esta prática é mais comum. “A questão da ambição é mais exacerbada na área
de transações financeiras”, diz.
Este tipo de atitude não
cria sustentabilidade nas relações a médio e longo prazo, na opinião do
especialista. “Quem sofre uma puxada de tapete não esquece”, explica. O
problema nesse caso é a lei do retorno. “Acaba, de uma maneira ou de outra
voltando para quem fez”, diz o especialista.
Chegar sempre atrasado
É um clássico do manual de
qualquer péssimo funcionário. Começar o expediente fora de hora e ainda escapar
do escritório mais cedo, com frequência é um atitude que irrita qualquer
gestor.
Mesmo que o trabalho seja bem feito, respeito aos horários de
entrada e saída é uma exigência do mundo profissional. “É preferível chegar uma
hora antes a chegar cinco minutos atrasado”, diz Abrahams.
Descontrole emocional
Gritar, humilhar colegas ou subordinados é um comportamento
antiprofissional por excelência. “Quem sai do eixo emocional perde a razão”,
diz Abrahams.
Além de deixar o clima
pesado na empresa, cria uma cultura do desrespeito no ambiente profissional.
“Acaba caindo na questão do assédio moral”, explica o especialista.
Entrar em pânico ao
receber um novo desafio na empresa também é um comportamento indicativo de
falta de controle emocional. “Certa cautela em relação ao novo é positiva, mas
entrar em pânico certamente vai prejudicar o desempenho”, diz Peixoto.






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