Sabemos que um dos momentos mais desafiadores do
processo seletivo para emprego é a dinâmica de grupo. Como ela está presente na
maioria dos processos, é comum que gere muitos comentários, mitos e até
inverdades.
O que observamos é que os jovens que participam desta atividade ainda não entenderam qual é o seu objetivo, o que é normal, já que ele raramente é apresentado para quem está sendo avaliado.
A dinâmica de grupo geralmente ocorre em processos que possuem um grande número de candidatos por vaga. Já imaginou se, em um processo em que 1000 pessoas foram pré-selecionadas, as empresas precisassem avaliar individualmente cada uma? Seria impossível! É por isso que existe a avaliação em grupo – ou dinâmica de grupo, como é chamada.
O que observamos é que os jovens que participam desta atividade ainda não entenderam qual é o seu objetivo, o que é normal, já que ele raramente é apresentado para quem está sendo avaliado.
A dinâmica de grupo geralmente ocorre em processos que possuem um grande número de candidatos por vaga. Já imaginou se, em um processo em que 1000 pessoas foram pré-selecionadas, as empresas precisassem avaliar individualmente cada uma? Seria impossível! É por isso que existe a avaliação em grupo – ou dinâmica de grupo, como é chamada.
Além disso, durante essa atividade,
ainda há a possibilidade de avaliar comportamentos em conjunto, tornando a
comparação e a equiparação com o perfil buscado pela empresa muito mais fácil e
assertiva. Por trás de uma dinâmica de grupo, há sempre um mix de
comportamentos sendo avaliados – que são os comportamentos que condizem com a
realidade de uma determinada empresa.
Por isso, quando você é reprovado em
uma dinâmica de grupo, não significa que você é um mau profissional. Significa
apenas que não tem os comportamentos alinhados com os que a empresa em questão
está buscando. Para aquela empresa você pode não ser o profissional ideal. Para
outra, pode ser perfeito! É claro que existem características que nenhuma empresa busca como por exemplo, falta de educação, descomprometimento, entre outras.
Quer umas dicas para
desmitificar esse assunto? Vamos lá:
- Não há um modelo igual de
comportamento. Cada empresa possui uma realidade. Assim, um comportamento valorizado em uma
organização pode não ser valorizado em outra.
- Só é possível avaliar o que
um candidato faz e fala durante a dinâmica de grupo. Portanto, se sua participação for praticamente
nula, os avaliadores não conseguirão concluir se você é ou não um potencial colaborador da
empresa. PARTICIPE!
- Seja você mesmo. Se for
alegre, extrovertido e expansivo, não tem problema. Se for tímido, também não tem problema. Mas
lembre-se que, especialmente em ambiente profissional, é preciso ter boa postura, deixar a
informalidade de lado e demonstrar comunicação efetiva e adequada.
- Observe sua equipe de
trabalho. Isso envolve não só seus colegas de grupo, mas também todos os avaliadores que estão na
atividade. A forma como as pessoas se comunicam, e até mesmo se vestem, já são indicadores
do cenário da empresa pela qual está barganhando uma posição.
- Seja sempre você. Não tente
expressar opiniões que não são as suas, não tente impressionar ninguém.
Qualquer comportamento que gere dúvidas pode alertar os avaliadores e, além
disso, você não seria feliz fingindo ser alguém que não é, certo?
Se agir de maneira tranquila, se
empenhar nas atividades e der o seu melhor, com certeza terá participação de destaque. E,
mesmo que não seja aprovado para aquela oportunidade, pode estar certo que os avaliadores
terão boas referências suas. As vezes, nosso perfil não é compatível com a empresa que sonhamos
trabalhar. Pode parecer estranho, mas, para que tenhamos sucesso em nossas carreiras,
é fundamental que nossos valores e desejos sejam
muito parecidos com os valores e desejos da empresa!
Pense nisso e sucesso na dinâmica!
Helen Fernanda de Abreu Pereira
helenpsi.abreu@gmail.com

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